23/11 Dia do Engenheiro Eletricista – Reflexões

23/11 Dia do Engenheiro Eletricista – Reflexões

A natural sensação de desconforto ou até mesmo de vulnerabilidade, quando durante uma tempestade noturna, por algum motivo o fornecimento de energia elétrica na sua rua é interrompido, demonstra claramente a importância da eletricidade em nossas vidas. Notem que não me referi a nenhum exemplo relacionado ao desenvolvimento tecnológico percebido nos últimos 150 anos, que, diga-se de passagem, foi promovido pela capacidade e engenhosidade humana em proporcionar o controle de transformação de outras fontes de energia em energia elétrica, transmiti-la e distribui-la, além da transformação desta energia em aplicação prática em favor do bem estar do ser humano em suas muitas necessidades. O simples exemplo foi utilizado para em relação inversa demonstrar o quão complexa e relevante é a dependência da sociedade moderna à eletricidade.

Para que este ciclo de desenvolvimento prossiga, e principalmente não entre em colapso, faz-se primordial a participação do profissional qualificado, com formação dedicada e atribuições compatíveis, em cada atividade nos diversos campos concernentes a eletricidade, haja vista a complexidade tecnológica, riscos envolvidos, e necessidade de garantia da segurança física e patrimonial dos usuários. Estes profissionais são homenageados no dia 23 de novembro. A referência para a escolha desta data em comemoração ao dia do Engenheiro Eletricista se faz de forma historicamente justa, tratando-se da data de fundação do Instituto Eletrotécnico de Itajubá em 1913, atualmente Universidade Federal de Itajubá, uma das mais antigas e relevantes instituições do país dedicadas ao ensino da engenharia. Das primeiras décadas do século vinte para a atualidade, muitos fatos impactantes ocorreram na atividade, dentre eles, o mais importante foi o advento do sistema CONFEA/CREA, que dotou a rotina dos profissionais, de regulamentação e balizamento de atribuições, entre outras.

Entretanto, não poderia deixar de registrar que vivemos atualmente uma nova fase, sociocultural, onde a sociedade do conhecimento é impelida à alta velocidade de aperfeiçoamento, em face da extremamente rápida progressão tecnológica, demandando alta precisão técnica e responsabilidade social. Neste sentido, incorre aos profissionais, o peculiar trabalho em grupo, buscando a promoção conjunta do aperfeiçoamento profissional, fomentando e participando de iniciativas inovadoras e ecossistemas tecnológicos, transcendendo os meios tradicionais de incentivo ao empreendedorismo, associativismo cooperativo e desenvolvimento sustentável.

Desta forma, se você está lendo este texto em um dispositivo de eletrônica digital ou em versão impressa, isto somente está sendo possível, da forma desenvolvida como lhe está oferecida, pela intervenção séria, competente e responsável de anônimos Engenheiros Eletricistas, a quem, oportunizando-me deste, reverencio, congratulo-me e parabenizo.

José Fernando Garla – Engenheiro Eletricista

Presidente da CEEP – comunidade dos Engenheiros Eletricistas do Paraná

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